Se não falarmos, quem falará?

Atualizado: 13 de Abr de 2020

Nos últimos tempos as relações foram banalizadas. É difícil em alguns lugares falar em termos simples como castidade, virgindade e até mesmo fidelidade com risco de sermos ridicularizados. Educar os filhos nunca foi tão difícil uma vez que diariamente eles são bombardeados com uma montanha de informações privadas de moralidade e bom senso. Até mesmo os cristãos quando confrontados com questões morais ficam perdidos sem ter uma resposta ou respondem errado.


A nossa omissão de falar coisas que deveriam ser óbvias tem deixado um vazio que automaticamente está sendo ocupado por vozes contrárias à nossa crença e a matriz moral que fundou a sociedade como conhecemos. Não estamos diante apenas de uma troca de lugares, mas de um declínio que pode nos conduzir a barbárie ou pior ao fim.



Não podemos continuar nos comportando como meros passageiros num navio prestes a afundar. Não nos cabe justificar que não temos culpa, já que nossa inercia é a responsável por chegarmos aonde chegamos. O futuro nos julgará, se ele existir depois de nós, dirá que fomos frouxos e deixamos ir à deriva tudo que recebemos até que se perdesse no nada.

Está na hora de levantarmos de nossas cadeiras, tomar coragem e ocupar espaço. Vamos voltar as universidades, nosso lugar por direito, as praças, a vida pública. Se não falarmos, quem falará?

Quem conservará os princípios, a moralidade da qual somos tão caros? Não podemos nos fazermos de animas enquanto os verdadeiros animais dirigem a fazenda. Se não, não nos restará nem as sobras.

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