O católico e a política



No próximo domingo iremos mais uma vez as urnas para escolher o chefe do executivo e os membros da câmara legislativa de 5.570 municípios em todo o nosso país. E do Oiapoque ao Chuí a posição da igreja é sempre a mesma. Nós não temos partido, não fazemos coligação e nem indicamos diretamente nenhum candidato.


No pleito cada um de acordo com a sua consciência e no bom uso de sua liberdade deve fazer a escolha daquele que será o seu representante nos próximos quatro anos. Obviamente, não compete aos Pastores da Igreja intervir diretamente na construção política e na organização da vida social. Tal tarefa faz parte da vocação dos leigos, agindo por sua própria iniciativa, juntamente com seus concidadãos, como nos ensina a Sagrada Congregação para a doutrina da fé em sua Instrução sobre a Liberdade Cristã e a Libertação.


No entanto há dificuldades para uma válida e responsável opção, entre tantos candidatos e programas, nesse campo de atuação do leigo. Eles devem ser alertados para o cumprimento do seu dever. Por isso, é da maior importância para a causa do Evangelho fazer chegar aos postos de direção homens e mulheres


que defendam a vida contra o aborto, promovam o ensino religioso nas Escolas Públicas, conforme a crença do aluno, , a justiça social, através da aplicação da Doutrina Social da Igreja, sejam contra a falácia da ideologia de gênero, fortaleçam a Instituição Familiar, combatam a fome dos filhos de Deus, a corrupção administrativa.

Na escolha do candidato é importante levar em consideração as suas propostas. Se ele sabe qual a sua verdadeira função, seja prefeito ou vereador. Está cheio de gente por aí candidato ao legislativo prometendo algo próprio de executivo e vice versa. Antes de sair para votar, reze e peça a Deus a graça de fazer uma boa escolha e ao voltar reze de novo para que os escolhidos sejam temerosos ao criador.


Nesse trajeto não caia nas lábias daqueles que trilham o caminho do mal, alguns se aproximam com o falso discurso de tolerância. Não se esqueça: o mal prega tolerância até que se torne dominante. A partir daí ele procura silenciar o bem .


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