Nem aborto, nem vasectomia, nem laqueadura

Atualizado: 13 de Abr de 2020



Dando uma olhada no Facebook, vejo, lamentavelmente, uma gama enorme de "Católicos" dando soluções equivocadas para o problema aborto, indicando medidas reguladoras de natalidade imorais tais como laqueadura e vasectomia sem ter o devido conhecimento da doutrina da Igreja a respeito destes métodos.


A Igreja reconhece que "um dos aspectos da maternidade e paternidade responsáveis é a regulação da natalidade. A legitimidade das intenções dos esposos não justifica o recurso a meios moralmente inadmissíveis (por exemplo, a esterilização direta ou a contracepção). (CIC 2399). A própria vasectomia e a laqueadura por se tratarem de uma intervenção cirúrgica que tem como finalidade esterilizar o homem e a mulher não é permitida.


O que que deve permanecer é o ensinamento do magistério: "a fecundidade é um dom, um fim do matrimônio, porque o amor conjugal tende a ser fecundo."

Qualquer ato matrimonial deve permanecer aberto à transmissão da vida" porque assim Deus quis. (CIC 2366).


Quando apontamos saídas para um sexo sem nenhuma consequência, feito a todo tempo como uma aventura infantil, não só tira a maturidade da relação como induz aos seus atores o mergulho em caminhos perigosos a intenções egoístas.

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