Na surdina, o julgamento da morte



Semana passada celebrávamos a Paixão do Senhor e no drama de martírio Cristo foi vítima no meio da noite de um julgamento injusto. Enquanto algumas ainda estavam felizes pela chegada do grande profeta em Jerusalém, muitos outros tramavam a sua morte. Calaram a lei e rederam a autoridade a prata, mataram o Senhor. Hoje, enquanto o país inteiro está confinado por uma quarentena sanitária, o STF retoma com o aborto em suas pautas, discreta e sorrateiramente.


Na agenda do próximo dia 24 está prevista a votação da ADI 5581 que visa descriminalizar o aborto para grávidas com Zika vírus. Sabemos que grupos abortistas insistem na legalização do aborto de bebês com microcefalia a fim de se abrir um grande precedente para a completa liberação do aborto do Brasil. Assim essa jogada se apresenta como traiçoeiro oportunismo justamente quando todo o mundo está voltado a salvar vidas.


Diante do incomodo cenário muitas frentes Pró-Vida tem se levantado. São expressivos o emocionante pedido de do bispo-auxiliar da Arquidiocese do Rio de Janeiro, D. Antônio Augusto que sempre tem se dedicado a defesa dos inocentes, o incansável trabalho pela causa das deputadas Federais Chris Tonietto e Carla Zambelli da frente parlamentar mista contra o aborto e em defesa da vida, do deputado estadual do Rio de Janeiro Marcio Gualberto, bem como vários outros organismos da sociedade civil como União Brasileira dos Juristas Católicos (UBRAJUC).


Abaixo publicamos algumas dessas manifestações:


Recado de D. Antonio Augusto aos ministros do STF



Manisfetação da deputada Federal Chris Tonietto


Nota da ABRAJUC

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